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Notícias

Em novembro, volume de serviços cresceu 2,7% em um ano. E receita, 7,4%

14 de janeiro de 2026 Publicado por Fernando Olivan - Comunicação Fenacon
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Em novembro de 2025, o volume de serviços no Brasil ficou apenas 0,1% abaixo do recorde da série histórica, registrado no mês anterior. Movimento está 20% acima do período anterior à pandemia

Freepik

Em novembro de 2025, o volume de serviços no Brasil ficou apenas 0,1% abaixo do recorde da série histórica, registrado no mês anterior. Dessa forma, o setor de serviços se encontra 20% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia). Além disso, em relação a novembro de 2024, na série sem ajuste sazonal, o volume de serviços cresceu 2,5%, obtendo o vigésimo resultado positivo consecutivo. A receita nominal do setor acumulada nos últimos 12 meses, a variação positiva foi de 7,4%. Considerado o volume, a variação positiva foi de 2,7%.

Indicadores da Pesquisa Mensal de Serviços Brasil – Novembro de 2025
PeríodoVariação (%)  
VolumeReceita Nominal
Novembro 25 / Outubro 25*-0,10,6
Novembro 25 / Novembro 242,56,6
Acumulado Janeiro-Novembro2,77,5
Acumulado nos Últimos 12 Meses2,77,4
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas    *série com ajuste sazonal  


O acumulado do ano chegou a 2,7% frente a igual período do ano anterior, enquanto o acumulado nos últimos doze meses alcançou 2,7%, repetindo o ritmo de expansão observado em outubro de 2025 (2,7%).

Pesquisa Mensal de Serviços
Indicadores do Volume de Serviços, segundo as atividades de divulgaçãoNovembro 2025 -Variação (%)
Atividades de DivulgaçãoMês/Mês anterior (1)Mensal (2)Acumulado no ano (3)Últimos 12 meses (4)
SETOUTNOVSETOUTNOVJAN-SETJAN-OUTJAN-NOVAté SETAté OUTAté NOV
Volume de Serviços – Brasil0,70,4-0,14,22,12,52,82,72,73,12,72,7
1. Serviços prestados às famílias-0,50,10,0-0,30,4-1,01,21,10,92,01,61,1
1.1 Serviços de alojamento e alimentação0,0-0,70,02,00,6-1,12,01,81,52,82,41,7
   1.1.1 Alojamento – – –1,72,3-3,43,43,32,73,03,22,5
   1.1.2 Alimentação – – –2,10,2-0,51,61,41,22,72,21,5
1.2 Outros serviços prestados às famílias2,8-1,6-2,6-11,1-0,80,0-3,3-3,0-2,8-2,7-3,1-2,6
2. Serviços de informação e comunicação1,20,4-0,75,05,93,45,55,65,45,65,65,4
2.1 Serviços de tecnologia da informação e comunicação (TIC)0,01,1-0,25,66,34,66,36,36,16,26,26,1
2.1.1 Telecomunicações0,80,40,1-0,60,4-0,20,50,50,41,31,00,7
2.1.2 Serviços de tecnologia da informação0,31,0-1,511,912,49,412,612,512,211,511,611,8
2.2 Serviços audiovisuais7,2-1,3-4,6-0,12,8-5,7-0,5-0,2-0,70,80,8-0,1
3. Serviços profissionais, administrativos e complementares-0,30,31,32,80,03,22,62,32,43,12,42,5
3.1 Serviços técnico-profissionais-1,20,42,96,8-0,16,73,73,33,65,13,93,9
3.2 Serviços administrativos e complementares-0,40,20,5-0,20,00,31,71,61,41,61,31,4
   3.2.1 Aluguéis não imobiliários-0,91,34,4-5,3-3,54,4-0,8-1,1-0,6-0,9-1,3-0,7
   3.2.2 Serviços de apoio às atividades empresariais-0,20,0-0,41,61,3-1,12,62,52,12,42,22,1
4. Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio1,11,0-1,45,81,12,52,62,52,53,02,52,5
4.1 Transporte terrestre1,10,40,16,01,94,20,60,71,10,40,20,8
   4.1.1 Rodoviário de cargas – – –7,84,05,80,50,91,3-0,8-0,40,5
   4.1.2 Rodoviário de passageiros – – –2,6-2,21,6-0,9-1,0-0,80,6-0,6-0,7
   4.1.3 Outros segmentos do transporte terrestre – – –3,8-0,31,53,02,72,64,84,04,1
4.2 Transporte aquaviário-4,02,6-3,8-5,5-2,5-8,21,81,30,52,92,10,8
4.3 Transporte aéreo3,64,3-2,720,25,013,419,818,017,624,021,119,7
4.4 Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio0,6-1,90,22,6-1,5-2,71,71,31,02,21,51,1
5. Outros serviços2,40,20,53,13,41,9-1,7-1,2-0,9-2,0-1,8-1,3
    5.1 Esgoto, gestão de resíduos, recuperação de materiais e descontaminação – – –2,04,64,40,20,61,01,10,81,2
    5.2 Atividades auxiliares dos serviços financeiros – – –4,84,13,0-2,1-1,5-1,1-3,0-2,5-1,8
    5.3 Atividades imobiliárias – – –-1,10,9-4,6-0,4-0,3-0,70,40,2-0,8
    5.4 Outros serviços não especificados anteriormente – – –-3,3-1,7-2,5-3,1-3,0-2,9-2,5-3,1-3,3
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas         
 (1) Base: mês imediatamente anterior – com ajuste sazonal  (2) Base: igual mês do ano anterior  (3) Base: igual período do ano anterior  (4) Base: 12 meses anteriores   
      


A variação negativa do volume de serviços (-0,1%), de outubro para novembro de 2025, foi acompanhada por apenas duas das cinco atividades de divulgação: transportes (-1,4%) e informação e comunicação (-0,7%). Em contrapartida, houve altas em profissionais e administrativos (1,3%) e outros serviços (0,5%), com o primeiro acumulando um ganho de 1,6% nos últimos 2 meses, enquanto o último registrou um crescimento acumulado de 3,5% entre julho e novembro. Por sua vez, os serviços prestados às famílias (0,0%) ficaram estáveis neste mês.

Ainda na série com ajuste sazonal, a média móvel trimestral do volume de serviços foi de 0,3% no trimestre encerrado em novembro de 2025 frente ao nível do mês anterior. Quatro dos cinco setores investigados mostraram expansão: outros serviços (1,0%); profissionais, administrativos e complementares (0,4%); informação e comunicação (0,3%); e transportes (0,2%). Em sentido oposto, os serviços prestados às famílias (-0,1%) mostraram a única variação negativa neste tipo de indicador.

Frente a novembro de 2024, o volume do setor de serviços cresceu 2,5% em novembro de 2025, vigésimo resultado positivo seguido. O avanço deste mês foi acompanhado por quatro das cinco atividades de divulgação e por 47,6% dos 166 tipos de serviços investigados.

Os principais impactos positivos vieram dos setores de informação e comunicação (3,4%) e o de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,5%). Eles foram impulsionados, principalmente, pelo aumento da receita em portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; consultoria em tecnologia da informação; atividades de TV aberta; desenvolvimento e licenciamento de softwares; e tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet, no primeiro ramo; e em rodoviário de cargas; transporte aéreo de passageiros; concessionárias de rodovias; rodoviário coletivo de passageiros; logística de transporte de cargas; e dutoviário, no último.

Os demais avanços vieram de profissionais, administrativos e complementares (3,2%); e dos outros serviços (1,9%), explicados, em grande parte, pela maior receita vinda de serviços de engenharia; agenciamento de espaços de publicidade; consultoria em gestão empresarial; e atividades jurídicas, no primeiro ramo; de seguros, previdência complementar e planos de saúde; coleta de resíduos não perigosos de origem doméstica, urbana ou industrial; serviços financeiros auxiliares; e atividades de apoio à agricultura, no último.

A única influência negativa veio de serviços prestados às famílias (-1,0%), pressionados, sobretudo, pela menor receita vinda de restaurantes; hotéis; e espetáculos teatrais e musicais.

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços cresceu 2,7%, com taxas positivas em quatro das cinco atividades de divulgação e em 53,6% dos 166 tipos de serviços investigados. A contribuição positiva mais importante ficou com o ramo de informação e comunicação (5,4%), impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; consultoria em tecnologia da informação; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; e suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação.

Os demais avanços vieram dos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,5%); dos profissionais, administrativos e complementares (2,4%); e dos prestados às famílias (0,9%), explicados, principalmente, pelo aumento na receita das empresas que atuam com transporte aéreo de passageiros; logística de cargas; rodoviário de cargas; dutoviário; operação de aeroportos; e navegação interior de carga, no primeiro ramo; agenciamento de espaços de publicidade; consultoria em gestão empresarial; intermediação de negócios em geral por meio de aplicativos ou de plataformas de e-commerce; atividades de limpeza; e gestão de ativos intangíveis não financeiros, no segundo; e serviços de bufê; hotéis; e restaurantes, no último. Em contrapartida, os outros serviços (-0,9%) exerceram a única influência negativa, pressionados, em grande parte, pela menor receita vinda de atividades auxiliares dos serviços financeiros; manutenção e reparação de veículos automotores; administração de cartões de crédito; corretores e agentes de seguros, de previdência complementar e de saúde; e manutenção e reparação de computadores e de equipamentos periféricos.

No ano, setor cresce em 22 nas 27 UFs frente a 2024

A maior parte (17) das 27 unidades da federação assinalou retração no volume de serviços em novembro de 2025, frente a outubro, na série com ajuste sazonal, acompanhando o decréscimo observado no resultado do Brasil (-0,1%). Os impactos negativos mais importantes vieram do Rio de Janeiro (-1,4%), Distrito Federal (-3,4%), Bahia (-1,5%) e Amazonas (-3,0%). Em contrapartida, São Paulo (0,3%) e Minas Gerais (1,1%) exerceram as principais contribuições positivas do mês, seguidos por Pará (2,6%) e Pernambuco (1,3%).

Frente a novembro de 2024, a expansão do volume de serviços no Brasil (2,5%) foi acompanhada por 18 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (3,4%), seguido por Rio de Janeiro (2,8%), Paraná (3,0%), Distrito Federal (5,1%) e Pará (10,9%). Em sentido oposto, Amazonas (-10,6%) liderou as perdas do mês, seguido por Bahia (-3,4%), Rio Grande do Sul (-1,2%) e Tocantins (-10,3%).

No acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (2,7%) foi acompanhado por 22 das 27 unidades da federação. O principal impacto positivo ocorreu em São Paulo (4,1%), seguido por Distrito Federal (7,6%), Rio de Janeiro (1,5%), Paraná (2,5%) e Santa Catarina (3,7%). Já a principal influência negativa veio do Rio Grande do Sul (-4,6%).

Atividades Turísticas

Em novembro de 2025, o índice de atividades turísticas apontou variação positiva de 0,2% frente a outubro, quarto resultado positivo seguido, período em que acumulou um ganho de 2,4%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 13,0% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 0,8% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.

Oito dos 17 locais pesquisados acompanharam o avanço verificado na atividade turística nacional (0,2%). A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (0,9%), seguido por Bahia (1,9%), Pará (5,3%) e Goiás (2,9%). Em sentido oposto, Rio de Janeiro (-3,2%) liderou as perdas do turismo neste mês, seguido por Distrito Federal (-5,0%) e Rio Grande do Sul (-2,9%).

Frente a novembro de 2024, o volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 2,1%, décimo oitavo resultado positivo seguido, impulsionado pelos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; e serviços de reservas relacionados a hospedagens.

Nessa comparação, catorze das dezessete UFs onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para Rio de Janeiro (4,0%), seguido por São Paulo (1,2%), Pará (24,4%), Rio Grande do Sul (7,8%), Bahia (5,6%) e Paraná (4,7%). Em contrapartida, Minas Gerais (-5,4%) exerceu o principal impacto negativo do mês, seguido por Goiás (-6,9%) e Santa Catarina (-3,5%).

No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas cresceu 5,0% frente a igual período do ano anterior, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; serviços de reservas relacionados a hospedagens; e hotéis.

Quinze dos dezessete locais investigados também registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (4,5%) e Rio de Janeiro (10,0%), seguidos por Rio Grande do Sul (12,3%), Bahia (7,2%) e Paraná (5,5%). Em sentido oposto, Minas Gerais (-3,9%) e Mato Grosso (-1,4%) assinalaram as únicas perdas do turismo no ano.

Em novembro de 2025, o volume de transporte de passageiros no Brasil registrou retração de 0,5% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após ter assinalado três resultados positivos seguidos, período em que acumulou um ganho de 3,1%. Dessa forma, o segmento se encontra, nesse mês de referência, 12,5% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 13,5% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).

Por sua vez, o volume do transporte de cargas mostrou ligeiro decréscimo (-0,1%) em novembro de 2025, após ter registrado cinco resultados positivos seguidos, período em que acumulou um ganho de 3,5%. Dessa forma, o segmento se situa 2,7% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023). Com relação ao nível pré-pandemia, o transporte de cargas está 40,5% acima de fevereiro 2020.

Frente a novembro de 2024, na série sem ajuste sazonal, o transporte de passageiros cresceu 6,4% em novembro de 2025, décimo quinto resultado positivo seguido; ao passo que o transporte de cargas avançou 3,4%, no mesmo tipo de confronto, registrando, assim, o sétimo avanço consecutivo.

No acumulado até novembro de 2025, o transporte de passageiros cresceu 6,8% frente a igual período de 2024, enquanto o de cargas avançou 1,3% no mesmo intervalo investigado.

Fonte: Agência Gov | Via IBGE

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