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Número de pequenos negócios é recorde, mas inadimplência atinge 7,7 milhões

23 de março de 2026 Publicado por Fernando Olivan - Comunicação Fenacon
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Segundo dados do Sebrae, em 2025 foram 4,9 milhões de aberturas e 2,8 milhões de fechamentos. Do total de CNPJs, 54,8% são do setor de serviços e 28,1%, do comércio

Pixabay

Com número recorde de CNPJs ativos no último trimestre de 2025 – 23,9 milhões –, o mercado dos pequenos negócios vê o total de micro e pequenas empresas encostar no de microempreendedores individuais. As MPEs passaram de 40,3% em 2022, para 48,2%, enquanto os MEIs foram de 59,7% para 51,8%, o menor percentual da série, resultado que pode estar associado à sazonalidade e à rotatividade no mercado de trabalho.

Esses percentuais se estabilizaram de 2024 para 2025. Os dados são do Panorama Econômico dos Pequenos Negócios, divulgado pelo Sebrae, com base em dados da Receita Federal. Segundo o levantamento, durante o ano foram abertas 4,9 milhões de empresas, enquanto 2,8 milhões fecharam. O crescimento foi de 9,7% ante 2024 e de 15,5% em relação a 2022, quando se inicia a série histórica.

A pesquisa mostra crescimento do crédito, apesar de condições mais restritivas, mas também da inadimplência, que chega a 7,7 milhões de empresas.

Do total de CNPJs ativos no último trimestre do ano passado, 13,1 milhões (54,8%) são do setor de serviços e 6,7 milhões (28,1%), do comércio. Havia ainda 2,1 milhões da indústria (8,8%), 1,8 milhão da construção civil (7,6%).

Com 6,9 milhões, o estado de São Paulo concentra 29% dos pequenos negócios, com distribuição diferente: sobe para 60% nos serviços e cai para 24,9% no comércio. No ranking nacional, São Paulo fica em terceiro, com 18 mil PNs por 100 mil habitantes – Santa Catarina tem 19,5 mil e o Paraná, 18,1 mil. A média nacional é de 13,7 mil. É superada por 11 das 27 unidades da federação, “mostrando heterogeneidades regionais dos PN pelo país”.

Comércio

O estado com maior participação do comércio entre os pequenos negócios é o Maranhão (46%). Em seguida, vêm Acre (43,7%), Piauí (42,9%), Amapá (41,8%) e Pará (41,6%).

Já o setor de serviços chega a 62,7% no Distrito Federal e a 60,9% no Rio de Janeiro.

De acordo com o Sebrae, a predominância desse setor reforça “o perfil urbano, intensivo em atividades terciárias e fortemente vinculado à prestação de serviços”. E as regiões com maior presença de comércio nos PNs refletem “papel de sustentação em economias menos diversificadas”.

A indústria e a construção têm maior presença relativa no Sul e parte do Sudeste, “refletindo estruturas produtivas mais conectadas a cadeias agroindustriais e industriais”. E a agropecuária, com parcela “reduzida” nacionalmente, se destaca em Mato Grosso (2,9%) e Mato Grosso do Sul (3%). Dado que “corrobora o perfil agrícola e pecuário dessas economias”.

Segundo o Sebrae, o crescimento do estoque em 2025 foi sustentado por “volume elevado” de aberturas de empresas, “apesar da desaceleração observada nos trimestres finais e da sazonalidade típica do quarto trimestre”. Ao mesmo, o mercado registrou “aumento expressivo” de fechamento de pequenos negócios. Ambiente definido como de forte rotatividade, em que a expansão convive com maior pressão sobre a sobrevivência das empresas. “Especialmente em um contexto de crédito mais caro e crescimento econômico moderado.”

Por sua vez, a carteira de crédito dos MEIs cresceu 82,8% entre o primeiro trimestre de 2022 e o terceiro de 2025: de R$ 38,4 bilhões para R$ 70,2 bilhões. É o maior valor da série. Em igual período, a carteira das MPEs sobe 34,7%, de R$ 380,6 bilhões para R$ 512,8 bilhões. Assim, segundo o Sebrae, apesar das oscilações nos últimos anos e ambiente financeiro restritivo, “o crédito segue em trajetória de ampliação, com maior intensidade no período mais recente”.

O outro lado da moeda é a inadimplência: o quarto trimestre de 2025 terminou com 7,7 milhões de empresas inadimplentes – número recorde -, 27% a mais do que em igual período de 2022. A demanda por crédito segue elevada, mas “o ambiente de juros altos e custos financeiros, tem dificultado a capacidade de parte das empresas em honrar seus compromissos.”

Fonte: Diário do Comércio

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